terça-feira, 11 de agosto de 2009

Os DNAs TOPS

Se pedissem para enviar a um planeta distante uma amostra masculina e outra feminina dos seres humanos esse casal abaixo seria perfeito. O problema é que os dois correriam grande risco dos ETs não os devolverem para a terra nunca mais.


Gisele Bundchen e Rodrigo Hilbert em campanha para Colcci: Verão 2010. Tomara que o meu verão tenha esse estilo e esse visual...

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Impossível assistir a um só


O nome dele é House, Doctor House, um tipo de Sherlock Holmes da medicina dos olhos azuis mais penetrantes que já vi. A aclamada série norte-americana, criada por David Shore, já recebeu vários prêmios, merecidamente.
O personagem principal, Dr. Gregory House, interpretado pelo ator inglês, Hugh Laurie, é um dos grandes chamarizes da série, que tem excelente roteiro e direção. O mistério nos envolve o tempo todo; as doenças insolúveis apresentadas são todas raras e reais, mas eu quero mesmo é falar dele.
Infectologista e nefrologista, ele chama a atenção por elaborar diagnósticos improváveis e sempre acertar na mosca! Não por acaso, o que me atrai nele é o ceticismo, mau humor, ironia, impaciência com os simples mortais que trabalham com ele, comportamento anti-social e total falta de interação com os pacientes, afinal como ele diz "Everydoby lies". Ele não respeita regras, não aceita não como resposta e não há nada que o impeça de buscar a resposta de um mistério. E porque esses atributos se transformam de repente em qualidades e não defeitos? Simples, ele é foda (desculpe o meu francês mas não há palavra melhor para defini-lo), lindo e charmoso, mesmo mancando. House tem um problema na perna, usa bengala e é viciado em remédio contra dor e é essa pequena deficiência que ele usou ao responder uma provocação de um colega de trabalho. "Você acha que é Deus!?" E ele disse: "E por acaso Deus manca?"


A série está sendo exibida no Brasil no Universal Channel (canal 43 da NET) de segunda a sexta às 20h.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Vem aí a Encontro Gastrô


Estamos a todo vapor para produzir a sétima edição da revista especializada em gastronomia que o mineiro adora! Desta vez você pode dar seu pitaco e ajudar os especialitas a escolherem os melhores em nada menos do que 30 categorias.
Para votar clique aqui

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Turista na própria cidade

Não poder viajar para outra cidade por falta de tempo ou excesso de trabalho não pode ser desculpa para não aproveitar a vida, descansar, relaxar, cuidar de si e de quem você ama.
Esse fim de semana fiz algo diferente, algo que quase ninguém nem pensa em fazer. Me hospedei num hotel na minha própria cidade. O que começou com um excelente jantar acompanhado de um espumante, servidos no quarto, se prolongou com um início de manhã maravilhoso, com bela vista da cidade do vigésimo primeiro andar, dentro de uma enorme banheira de hidromassagem com muita espuma. Só assim mesmo para acordar de bom humor, né?
Depois, o café da manhã não poderia ter sido melhor. Além de frutas super saudáveis, iogurtes e queijos leves tinham também inúmeras opções de quitutes bem mineiros. Só aqui em Belo Horizonte mesmo para ter tudo o que mais gosto de comer ao acordar num hotel: bolo de fubá, broa salgada e pão de queijo quentinho.
Fiquei de bobeira na agradável recepção lendo os jornais todos (admito que nessa hora fiquei estressada ao saber que a volta às aulas foi adiada; pensei em arrancar os cabelos, mas achei que o momento era de aproveitar e pulei essa parte) até que fiz a digestão e fui conhecer a academia. Me impressionou os aparelhos modernos – todos da Reebok – e como ando numa fase de total empolgação fiz meu treinamento aeróbico e as necessárias abdominais em frente à uma enorme TV de plasma. Isso me entreteve tanto que fiz até mais tempo do que pretendia.
Eu podia contar também da piscina interna, coberta (adoro!) e aquecida que eu usei em seguida... Podia contar das saunas seca e à vapor que fiz ... até que eu ajudei Júlia Lemmertz (sim, a própria senhora Alexandre Borges) a ligar a esteira pois ela se atrapalhou e não achou o botãozinho ON... ou dos momentos incríveis que tive para comemorar 10 anos de namoro, mas acho melhor guardar essas intimidades só para mim. Essa idéia foi sensacional, porque sempre que queria fazer algo rápido e romântico com o maridão para comemorar uma data especial eu desistia por achar que motéis são cafonas, com apetrechos demais, espelhos demais, pressão demais e opções de menos. Veja bem, opinião de agora, claro que com 19 anos eu não achava o mesmo. Desconfio que não sou só eu que pensa assim, senão não existiria essa promoção própria para os apaixonados, que podem ser recém-casados ou aqueles que querem renovar a paixão. Então, a partir de agora vou optar por hotel e não motel.
O mais legal foi que, ao sair, todos da equipe (o mocinho do check-out era a cara do Vladimir Brichta...) se despediram educadamente, dizendo: “Boa viagem!” E eu pensei, “ufa, ainda bem que não vou precisar enfrentar estrada nem aeroporto, pois minha viagem até em casa vai durar exatos 5 minutos”.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Amor ainda maior que a VY Canis Majoris

Só quando você vai embora que eu me lembro de ligar o som.
É porque quando você se vai, eu preciso encher a casa de música para suportar o silêncio que você deixa no espaço vazio entre os meus braços.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Apreciadora nível avançado e entendedora nível básico 2

Ontem participei, junto com vários jornalistas de veículos impressos de Belo Horizonte, de uma noite dedicada a conhecer mais profundamente todo o universo que envolve produzir e beber um bom vinho. O curso básico foi ministrado pelo sommelier paulista Alex Sacramento na Expand.
Divido com vocês algumas micro-pílulas do que aprendi por lá:
* O vinho tem mais de 600 componentes, mas os mais importantes são o álcool, aromas, frutas, acidez (é o que dá a longevidade ao vinho branco) e tanino (só os tintos têm).
* Dizem que quanto mais velho o vinho melhor, certo? Nem sempre, mas a videira sim. Só quando a planta faz 9 anos de idade ela fica melhor e mais "inteligente".
* Os melhores lugares para se produzir vinho são aqueles que tem as quatro estações do ano bem definidas e boa oscilação térmica entre dia e noite.
* As boas safras dependem do terroir, palavra francesa que engloba a terra, o clima, o trabalho do homem e o vento lateral.
* Portugal é o maior produtor (e quase o único) de rolha. A planta leva 40 anos para crescer. Não adianta nem guardar em casa as suas rolhas usadas pois é impossível reciclá-las. Esse é um dos motivos que aumentam o valor agregado do vinho: uma boa rolha.
* Napoleão foi o primeiro garoto propaganda da Champagne, foi ele quem disse a famosa frase sobre a bebida: "Merecido na vitória e necessário na derrota".
* A Veuve Clicquot produz de 5 a 6 milhões de garrafas por ano só da bebida brut.
* Quem tem adega em casa é fácil armazenar corretamente o vinho tinto, que deve ficar na temperatura de 16 a 18 graus. O vinho branco e o espumante podem ficar armazenados nessa temperatura, mas antes de servir devem ir para a geladeira por meia hora, até que atinja os desejáveis 6 a 8 graus. Nunca leve ao congelador!
* Quem não tem adega deve guardar os vinhos no local mais úmido e escuro da casa. Sugestão minha: dentro do armário. Ah, claro, na posição horizontal para que a rolha não fique seca.

Na hora da degustação provamos quatro vinhos diferentes. Vou destacar dois deles.


O Costaripa Brut Rose Metodo Classico é italiano da região de Lombardia. O aroma é delicioso: frutas maduras e frutas silvestres com um toque de baunilha.
O gosto é fresco, persistente, totalmente equilibrado: realmente muito bom.


Resolvi falar deste Winemakers Lot 20 Riesling por ter me surpreendido no aroma. Nunca tinha provado nada igual. Floral, com notas cítricas (arrisco a dizer que percebi um aroma de maçã) esse vinho chileno é refrescante. O sommelier disse que tem notas de minerais. Bom, ainda não cheguei a perceber tanto, mas fica aqui a consideração dele. rs.


Agradeço à Regina Perillo Comunicação por ter me convidado representando a revista Encontro. Aproveito para dizer que a Expand oferece uma lista de cursos dedicados ao universo do vinho. Quem se interessa é só ligar: (31) 3262-2444.

As considerações apresentadas aqui são pessoais e não tem nenhum caráter comercial.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Antes que as mulheres fiquem (mais) loucas

A campanha pela real beleza, desenvolvida pela Dove desde 1992, tem tido um efeito sobre mim sempre que a vejo. Fotos de mulheres parecidas com a gente, com suas diferenças, particularidades e defeitos são usadas para nos lembrar como as mulheres são lindas e muito diferente do que vemos nos outdoors. É massacrante o que a mídia vem fazendo com o psicológico das mulheres depois que começaram a mostrar o ideal de beleza perfeito moldado pela tecnologia. Logo que começou a campanha entendi a importância para as meninas de 13, 14 anos que já nasceram num mundo ditado pelo photoshop e não tem consciência do quanto alteradas aquelas imagens podem ser. Elas admiram e se espelham em celebridades e modelos, que se comparadas com nossa aparência, sempre vão ganhar. Buscar por essa beleza é um caminho que só vai levar as mulheres à decepção e baixa autoestima.
Pensando nisso, a empresa criou um teste do verdadeito ou falso, um jogo de ilusão divertido, para que as garotas percebam o quanto são iludidas. No final, é possível assistir a um bate-papo super bacana com meninas, que discutem o assunto. É em inglês, quem entende a língua não pode deixar de assistir. Durante a discussão, percebe-se que elas (assim como todas nós) sabem que as imagens não são reais, que são manipuladas e muitas vezes exageradamente, mas com a profusão delas, muitas vezes nos esquecemos disso e por um milésimo de segundo nos pegamos invejando o cabelo, a pele sem estrias ou celulite, o corpo sem gordurinhas ou rosto totalmente sem marcas. Em seguida, nos olhamos no espelho e invariavelmente nos perguntamos: "Porque eu não sou assim como ela?" É o caso de repetir para nós mesmas como um mantra: "Ela não existe, ela não existe, ela não existe".
Acho que só isso não basta, porém. É preciso valorizar imagens, produtos e empresas que estão freando essa tendência louca. É preciso não julgar tanto quando vemos notícias de atrizes fora do peso, sem maquiagem ou com roupas mais simples. Outro dia foi notícia o fato de algumas modelos exibirem celulite num desfile (!)
O movimento tem que começar de fora, pelas consumidoras, afinal quem compra as revistas e os produtos que prometem milagres somos nós, mulheres da vida real.

Durante a conversa com as meninas americanas, elas assistem a esse vídeo incrível aqui. Notem que a modelo do início é linda, uma maquiagem básica bastava. Minha pergunta é: para quê transformá-la em outra pessoa?