sexta-feira, 26 de junho de 2009

O que parecia impossível aconteceu


Fiquei muito chocada com a morte do Michael Jackson, muito mesmo. Fiquei pasma, passada, cheguei a duvidar dos telejornais, das páginas da internet que diziam categoricamente que ele tinha morrido. Duvidei dos meus colegas que repetiam: "Sim, Carol, é verdade". Cheguei até a estranhar ver uma foto da mãe dele indo ao hospital, uma senhora comum, distinta, mas comum. E eu que nem sabia que ele tinha mãe.
Passado o susto, fiquei tentando entender a minha reação. Ora, ele era humano, iria virar pó, como todos nós. Para morrer basta estar vivo, dizem. Só que para mim não soou natural que o Michael morresse. Muito menos com apenas 50 anos de idade. Não adiantou todas as estranhas manobras que ele tentara para permanecer jovem, as esquisitices e ataques megalomaníacos. Acabaram se provando como uma perda de tempo. Pois, vejam, ele morreu.
Morreu?
Aquele que conseguiu se transformar de negro (lindo por sinal) em branco, enganando todas células de pigmentação da pele, não conseguiria ludibriar o temível ceifador?
Quem conhece e admira esse ícone da música mundial deve estranhar mesmo a notícia da sua morte, pois é no momento em que ela se dá que pergunta-se: "Será possível mesmo existir e viver um ser como ele em nosso planeta?" "Ele viveu por aqui mesmo ou foi só um sonho?" Para o bem, para o mal para o belo ou para o feio e bizarro, Michael Jackson foi tanto que parece que nem foi.
Será que acordamos de um sonho em estilo Thriller?

4 comentários:

Rafael Campos disse...

Oi Carol!

Ele já vinha sofrendo derrotas e ontem sofreu a última.

Um abraço,

Fernando Grilo disse...

Foi uma estranha coincidência eu ter te dado o DVD do Michael Jackson no dia dos namorados. Acho que isso foi um sinal. Sinal de que estamos vendo nossos ídolos irem embora. Daqui a pouco é o Mick Jagger, depois Roberto Carlos...é a vida...

Fernanda disse...

Mas impossível mesmo seria ver o Niemeyer morrer... Nunca vai acontecer.

Casa de Colmeia disse...

Ai,tomara que a Madonna demore bastante,né? Acho que ela será o máximo velhinha,magrinha,praticante de yoga. No mais,precisamos saber lidar com as perdas e principalmente com o apego.
Bjos